Os riscos encontrados no excesso de fluoreto na água

O fluoreto é um dos compostos do flúor, elemento químico mais reativo de todos os íons carregados negativamente. Encontrado em abundância, pode ser liberado na atmosfera em diferentes concentrações, tanto por meios naturais (como nos casos de erupções vulcânicas), como por ações humanas (como na queima de carvão e processos industriais).

Devido à grande afinidade com metais, é bastante comum encontrarmos esse elemento em diferentes recursos da natureza, incluindo a água. No caso dos fluídos, a troca iônica ocorre quando o íon de fluoreto negativo se junta ao outro elemento químico, de carga positiva, criando uma corrente eletromagnética, que impede que ambos se desprendam. Caso ingerido no percentual indicado, o fluoreto pode ser um benefício à população, uma vez que influencia positivamente a saúde bucal de adultos e crianças, reduzindo os índices de cárie dentária e eliminando bactérias que ficam presas aos dentes, conforme a ingestão de alimentos e bebidas.
Entretanto, embora seja encontrado na água das redes de abastecimento, nos produtos de higiene bucal e em alguns alimentos, nem sempre o fluoreto é favorável ao bem-estar da população. A alta ingestão desse componente pode causar problemas de saúde, principalmente, na zona bucal. Em casos mais graves, pode gerar fluorose, uma doença que ataca severamente a estrutura dentária, podendo levar à extração dos dentes, desgaste do esmalte dentário, sensibilidade e porosidade dentária. Também há casos de pessoas que acabam vítimas de fluorose óssea, uma doença que causa fraturas no corpo, causadas pelo alto índice de fluoretos acumulado nos ossos. Em crianças entre a fase de 0 a 12 anos, é possível desenvolver má formação dos dentes, além de problemas de gastrite e o escurecimento dentário gradativo.
Para evitar essas doenças e monitorar o bem-estar dos consumidores, o Ministério da Saúde desenvolveu o Anexo XX da Portaria de Consolidação Nº 5, que controla a qualidade da água para consumo humano e o padrão de potabilidade. Segundo a legislação “Toda água destinada ao consumo humano, distribuída coletivamente por meio de sistema ou solução alternativa coletiva de
abastecimento de água, deve ser objeto de controle e vigilância da qualidade da água”. Ainda de acordo com a portaria, para que não cause mal-estar à população, o fluído potável deve conter no máximo 1,5 mg de flúor por litro. Caso ultrapasse esse limite, a empresa responsável pela distribuição fica sujeita à advertência, apreensão, inutilização do produto, interdição e à multa, variada entre R$2 mil (em infrações mais leves) e R$1,5 milhão (em infrações gravíssimas).

Solução Unniroyal

A Unniroyal garante a eficiência no tratamento de fluídos, fornecendo filtros de troca aniônica, que removem partículas de fluoreto, dispersas na água. Estruturado com resinas catiônicas (de carga positiva), esse equipamento atrai os íons de flúor (de carga negativa) por meio de afinidade eletromagnética, mantendo-os retidos ao meio filtrante. Além de garantir um sistema livre de fluoretos, fornecemos os regenerantes necessários para potencializar e renovar a capacidade de atração da resina, inibindo a necessidade de troca e os gastos com um novo sistema de tratamento.

Respeitamos também as normas da Portaria de Consolidação Nº 5, sempre seguindo o padrão de qualidade estabelecido pelos Órgãos Competentes.

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